Por quê rimar amor com dor?
Se há rimas mais bonitas
Se há tanta vida
Sem choro
Sem pranto
Só sorrisos
Abraços
Carinhos.
Se nossas almas se identificam
mesmo sem nunca estarem juntas
Uma dentro da outra.
Se nosso olhar denuncia
Tudo que queríamos ter vivido
Toda sintonia
Cumplicidade
Toda oportunidade
Que não aconteceu.
Nos vemos em outra vida, quem sabe.
Quando o tempo estiver a nosso favor.
Quando você tiver coragem,
ou quando perceber o nosso amor.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Eu Espero
"Vai sim, vai ser sempre assim
A sua falta vai me incomodar,
E quando eu não agüentar mais
Vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir.
Vai sim, vai ser sempre assim,
Um pra cada lado, como você quis
E eu vou me acostumar,
Quem sabe até gostar de mim.
Mesmo que eu tenha que mudar
Móveis e lembranças do lugar,
O meu olhar ainda vê o seu
Me devorando bem devagar.
Vem, que eu ainda quero, vem.
Quando menos espero a saudade vem
E me dá essa vontade, vem
Que eu ainda sinto frio
Sem você é tudo tão vazio
Vem me dar essa vontade,
Vem que esse amor ainda é meu.
Troco todos os meus planos por um beijo seu
E essa noite pode terminar bem."
Composição: Luiza Possi e Dudu Falcão
A sua falta vai me incomodar,
E quando eu não agüentar mais
Vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir.
Vai sim, vai ser sempre assim,
Um pra cada lado, como você quis
E eu vou me acostumar,
Quem sabe até gostar de mim.
Mesmo que eu tenha que mudar
Móveis e lembranças do lugar,
O meu olhar ainda vê o seu
Me devorando bem devagar.
Vem, que eu ainda quero, vem.
Quando menos espero a saudade vem
E me dá essa vontade, vem
Que eu ainda sinto frio
Sem você é tudo tão vazio
Vem me dar essa vontade,
Vem que esse amor ainda é meu.
Troco todos os meus planos por um beijo seu
E essa noite pode terminar bem."
Composição: Luiza Possi e Dudu Falcão
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domingo, 8 de novembro de 2009
Distância
Tem pessoas que mesmo longe, estão perto.
Do coração.
Que quando surgem, o sorriso não se contém.
E que basta a pessoa aparecer ou apenas ouvir a voz, para ganharmos o dia.
Tem gente, que mesmo perto está longe.
Que vemos todos os dias, convivemos, mas que não sabemos nada.
Que nem sentimos saudade.
Que o sorriso nem se abre.
Longe perto é melhor que perto longe.
Do coração.
Que quando surgem, o sorriso não se contém.
E que basta a pessoa aparecer ou apenas ouvir a voz, para ganharmos o dia.
Tem gente, que mesmo perto está longe.
Que vemos todos os dias, convivemos, mas que não sabemos nada.
Que nem sentimos saudade.
Que o sorriso nem se abre.
Longe perto é melhor que perto longe.
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Ilusão
"Afinal, só os amores irrealizados são perfeitos"
Arthur Dapieve
"O muro e o maio"
Arthur Dapieve
"O muro e o maio"
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domingo, 1 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Você Perdeu
"Foi você quem se perdeu de mim
Foi você quem se perdeu
Foi você quem perdeu
Você perdeu"
Maria Bethânia
Composição: Márcio Valverde e Nélio Rosa
Foi você quem se perdeu
Foi você quem perdeu
Você perdeu"
Maria Bethânia
Composição: Márcio Valverde e Nélio Rosa
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Quatro paredes, dois corações, uma paixão. - Um poema a quatro mãos
Dias assim deviam ser sempre cinzas.
O sol não combina com a lágrima que rola por minha face.
O frio podia fazer companhia para esse coração já gelado.
O quarto tem testemunhado os sofrimentos
e não mais as alegrias.
as juras.
o calor do suor.
e as promessas sussurradas ao pé do ouvido.
E do coração.
Uma chuva bem fininha e um guarda chuva na bolsa. fechado. para lavar a alma. para ter assunto. para ter uma novidade.
O pensamento na lua.
Uma música no ouvido.
e todo o amor dessa vida no coração.
E no quarto vazio jaz o sentimento
Uma vez fomento
da troca de suor
da troca de olhares
Nas paredes, testemunhas
Auditivas, oculares
A companhia do gélido coração
Não vem mais
Ele está fraco
Bate pouco
Só acelera ao sentir saudade
De uma idade que não mais tem
Música e pensamento
Faz palpitar
O velho
E bom jazido
Sentimento
Cai a chuva
E junto
Ele vai.
Cris Carnaval e João Aranha
O sol não combina com a lágrima que rola por minha face.
O frio podia fazer companhia para esse coração já gelado.
O quarto tem testemunhado os sofrimentos
e não mais as alegrias.
as juras.
o calor do suor.
e as promessas sussurradas ao pé do ouvido.
E do coração.
Uma chuva bem fininha e um guarda chuva na bolsa. fechado. para lavar a alma. para ter assunto. para ter uma novidade.
O pensamento na lua.
Uma música no ouvido.
e todo o amor dessa vida no coração.
E no quarto vazio jaz o sentimento
Uma vez fomento
da troca de suor
da troca de olhares
Nas paredes, testemunhas
Auditivas, oculares
A companhia do gélido coração
Não vem mais
Ele está fraco
Bate pouco
Só acelera ao sentir saudade
De uma idade que não mais tem
Música e pensamento
Faz palpitar
O velho
E bom jazido
Sentimento
Cai a chuva
E junto
Ele vai.
Cris Carnaval e João Aranha
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